Sexta-feira, 19 de junho de 2026
Por Redação Rádio Caiçara | 19 de junho de 2026
Israel afirmou, nesta sexta-feira (19), ter atacado mais de 80 alvos no Líbano e matado dezenas de membros do Hezbollah.
As Forças Armadas israelenses disseram que ofensiva foi uma resposta às “repetidas e flagrantes violações do cessar-fogo” pelo grupo extremista, depois de anunciarem, pouco antes, que quatro oficiais foram mortos no Sul do Líbano na quinta-feira (18) e que quatro ficaram feridos.
“As Forças de Defesa de Israel atacaram mais de 80 centros de comando, terroristas, posições de lançamento e outros locais de infraestrutura terrorista na região de Nabatieh e em outras áreas do Sul do Líbano, dentro e além da Zona de Segurança. Há pouco tempo, em resposta às repetidas violações do cessar-fogo pela organização terrorista Hezbollah, atacaram dois centros de comando do Hezbollah no Vale do Beqaa, enquanto terroristas do Hezbollah operavam dentro deles”, afirmou Israel.
De acordo com o Ministério da Saúde libanês, pelo menos 18 pessoas foram mortas nos bombardeios.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, lamentou as mortes dos seus soldados e declarou que Israel não tolerará ataques contra seus militares ou território. Ele reafirmou que Israel não deixará o Líbano.
“A minha diretiva é clara: Israel não tolerará ataques às nossas tropas ou ao nosso território e cobrará um preço muito elevado do Hezbollah por estes ataques. As Forças Armadas agirão para frustrar qualquer ameaça às nossas forças e ao nosso território”, postou o premiê na rede social X.
A Zona de Segurança citada no comunicado israelense é uma grande área do Sul do Líbano, demarcada a cerca de 10 quilômetros de distância da fronteira de Israel. O objetivo, segundo o governo de Netanyahu, é “fortalecer a defesa dos residentes do Norte de Israel”.
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