Quarta-feira, 24 de julho de 2024

Quarta-feira, 24 de julho de 2024

Voltar Alceu Moreira critica “ambientalóides que têm o prazer de criminalizar as pessoas”

A desastrosa presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, na CPI das ONGs no Senado Federal em dezembro continua rendendo vergonha pra o governo. O fato não ganhou maior divulgação na mídia amiga, onde a ministra Marina Silva possui uma legião de aduladores. O deputado federal gaúcho Alceu Moreira (MDB) foi direto ao ponto, ao confrontar a ministra e defender que “os produtores rurais querem produzir e o que eles querem do setor ambiental é o direito à proteção, legislação harmônica, legal, de fácil interpretação” Alceu enunciou as absurdas multas aplicada a colonos gaúchos nos Campos de Cima da Serra:

“Nos Campos de Cima da Serra, São Francisco de Paula, Cambará, São Joaquim, de onde eu venho, terra antropizada desde 1700, alguém do meio ambiente, do Ibama tem a curiosidade de andar oito, dez quilômetros serra adentro para ir lá aplicar uma multa de 1 milhão de reais. Se esse cidadão plantasse batata nos próximos 200 anos não pagava a multa. Precisamos definir um corte: 1.500, 1.700 metros de altitude. O que pode? Colonos plantadores de batata precisarão fazer um curso de direito ambiental para entender o que é direito ou não. Isso é um crime que está acontecendo. O que está acontecendo é por causa do autoritarismo ambiental. Não são ambientalistas, são ambientalóides. Têm prazer em ferir, machucar criminalizar as pessoas.”

Medida Provisória mira incentivos do ICMS para buscar R$ 35,5 bilhões

O Senado aprovou nesta quarta-feira (20) a Medida Provisória da subvenção do ICMS, principal aposta do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para levantar receitas extras em 2024 e, com isso, tentar cumprir a meta de zerar o déficit das contas públicas ano que vem. A expectativa é levantar R$ 35,3 bilhões extras já no ano que vem. Foram 48 votos a favor e 22 contra.

Idas e vindas de bilhões

Enquanto busca obter R$ 35 bilhões retirando incentivos fiscais de empresas, ontem o governo fechou o balanço da Lei Rouanet: foram liberados em 2023, um total de 16 bilhões de renúncia fiscal para artistas amigos. Ao mesmo tempo, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, em decisão monocrática, suspendeu com um canetaço ontem (20), a multa de R$ 10,3 bilhões do acordo de leniência do grupo J&F.

O livro de Maroni, “o homem bomba da esquerda”

O ex-deputado gaúcho Rodrigo Maroni, que já foi noivo da ex-deputada comunista Manuela D’Avila, e nos últimos 20 anos viveu os bastidores de partidos de esquerda como o PSOL, PT, e PCdoB, revela em livro, a estratégia para manipulação e cooptação nas universidades e detalhes sobre corrupção, rachadinhas, traições e manipulações da esquerda. Trata-se do livro “O homem bomba da política. Por dentro do covil da esquerda”.

Presidente da Febraban comenta a elevação do rating do Brasil

A propósito da elevação do rating do Brasil (BB- para BB) pela S&P Global Ratings, depois da aprovação da reforma tributária promulgada ontem pelo Congresso, a coluna recebeu a seguinte nota do presidente da Febraban (Federação dos Bancos do Brasil), Isaac Sidney:

“Brasil acertou a mão na economia neste ano, o que foi reconhecido pela S&P, pela Fitch e pela Moddy’s num justo prêmio pelo desempenho econômico e numa clara indicação de que estamos na direção certa. A evolução da nossa economia, ao longo deste ano, vem sendo bem superior às expectativas iniciais do mercado, com crescimento do PIB próximo a 3%, inflação já dentro do intervalo de flutuação da meta e com melhora progressiva e relevante nas estimativas de mais longo prazo. Isso é fruto de um trabalho sério e focado do Ministro da Fazenda Fernando Haddad, do Presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e do Congresso Nacional, que demonstram compromisso do país com as reformas e com uma abordagem pragmática na condução da política econômica e monetária.

Além dos indicadores econômicos e monetários favoráveis, tivemos a aprovação da reforma tributária, que, apesar do seu longo prazo de implementação, é uma reforma estrutural, que mexe com as perspectivas e permitirá ganhos significativos de eficiência e produtividade para a nossa economia.

Agora, temos de seguir firmes na retomada do grau de investimento, que está dois níveis acima da nossa nota, e para tanto precisaremos olhar, ainda com mais atenção, para o nosso quadro fiscal, em especial para o controle dos gastos.

Nesse contexto, reforçamos nosso apoio à reforma administrativa, que deveria ser a nova prioridade do governo em sua agenda de reformas. A reforma administrativa do Estado vai nos permitir consolidar, ao mesmo tempo, o equilíbrio fiscal e o atendimento às nossas prioridades na área social.
Isaac Sidney presidente da Febraban.”

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