Terça-feira, 05 de maio de 2026

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Voltar Quem pretende viajar para a Copa do Mundo deve estar vacinado contra o sarampo, orienta a Secretaria da Saúde de Porto Alegre

Moradores de Porto Alegre que planejam viajar para a América do Norte durante a Copa do Mundo deste ano (11 de junho a 19 de julho) devem atualizar a sua situação vacinal contra o sarampo antes do embarque. O vírus está em circulação nos três países-sede do evento (Canadá, Estados Unidos e México), o que amplia o risco de exposição durante a permanência no exterior.

Trata-se da principal forma de prevenção. Altamente contagiosa, a doença é transmitida por gotículas respiratórias liberadas ao tossir, espirrar ou falar. Pessoas não imunizadas têm alto risco de infecção – e o quadro pode evoluir para formas graves, especialmente em indivíduos nessa condição.

Fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a faixa de 1 a 59 anos, o fármaco é seguro, eficaz e está disponível de forma gratuita nos postos municipal. Quem não possui registro da dose na carteira de vacinação ou no aplicativo do SUS possui status de não vacinado e, portanto, deve se dirigir a uma unidade da rede, em busca de avaliação e atualização.

Os principais sintomas do sarampo incluem febre alta, tosse seca, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas pelo corpo. Também podem surgir pequenas manchas brancas na mucosa bucal (lábios e parte interna da bochecha). Em caso de suspeita durante ou após a viagem, a orientação é procurar um serviço de saúde o mais rápido possível, utilizar máscara e adotar medidas de etiqueta respiratória para evitar a transmissão.

Esquema vacinal

Devem ser vacinadas pessoas que nunca receberam o imunizante, que estejam com esquema incompleto ou sem comprovante de vacinação. O fármaco é contraindicado para gestantes, ao passo que as mães em fase de amamentação podem receber a tríplice viral.

Já indivíduos imunocomprometidos devem passar por avaliação médica antes da receber a dose. Situações específicas são avaliadas individualmente pela equipe de cada posto de saúde.

– Pessoas entre 1 ano e menores de 5 anos: uma dose de tríplice viral com 1 ano de idade e uma dose de tetra viral aos 15 meses de idade.
– Pessoas entre 5 anos e 29 anos que nunca foram vacinadas: devem fazer duas doses da tríplice viral, com intervalo de 1 mês entre as doses.
– Pessoas de 30 a 59 anos: devem fazer uma dose da tríplice viral.
– Profissionais da saúde, independentemente da idade: duas doses da vacina tríplice viral.
– Contatos de suspeita devem conferir a condição vacinal, independentemente da idade.

Para quem precisa completar o esquema com duas doses, a recomendação é garantir que a última aplicação ocorra ao menos 15 dias antes da viagem. A “janela” é necessária para uma proteção adequada.

(Marcello Campos)

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