Terça-feira, 13 de outubro de 2026
Por Redação Rádio Caiçara | 10 de setembro de 2026
A Operação Make Up, deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta quinta-feira (10), investiga o repasse de R$ 2 milhões em dinheiro público pelo deputado federal Mario Frias (PL-RJ), por meio de emendas parlamentares, para ONGs (organizações não governamentais) ligadas à proprietária da produtora do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A PF cumpriu 49 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino, em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal.
O celular de Frias foi apreendido. Ele atua como roteirista e produtor-executivo do filme que conta a história de Bolsonaro.
Entre os alvos da ação desta quinta, estão, além do deputado federal, duas ONGs de Karina Ferreira da Gama, produtora do filme “Dark Horse”: Instituto Conhecer Brasil (ICB) e Academia Nacional de Cultura (ANC). A empresa produtora do filme, Go Up, não está na mira dos mandados.
Trajetória de Mario Frias
Mario Luís Frias nasceu no Rio de Janeiro, em 9 de outubro de 1971. Aos 54 anos, tem uma trajetória que começou na televisão e, posteriormente, passou para a política.
Frias despontou como galã no fim dos anos 1990, na TV Globo. Um dos papéis que marcaram a sua trajetória foi em “Malhação”. Frias participou da novela em diferentes períodos e, em 1999, protagonizou a sexta temporada da produção, na qual fazia par romântico com a atriz Priscila Fantin.
Depois, atuou em outras produções da televisão, como “As Filhas da Mãe”, “O Beijo do Vampiro” e “Senhora do Destino”, na Globo, além de trabalhos em emissoras como Record e Band. Também apresentou programas de televisão, entre eles “O Último Passageiro”, na RedeTV!.
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