Terça-feira, 13 de outubro de 2026

Terça-feira, 13 de outubro de 2026

Voltar Em manifesto, entidades empresariais cobram sessão pública e resposta urgente do Supremo à crise na Corte

Entidades empresariais divulgaram nesta quarta-feira (9) um manifesto em que cobram que o STF (Supremo Tribunal Federal) examine, em sessão pública e com urgência, os fatos relacionados à crise na Corte.

Entre as signatárias, estão a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e a CNC (Confederação Nacional do Comércio).

No documento, intitulado “Manifesto à Nação Brasileira”, as entidades afirmam que o País atravessa uma “crise institucional de extrema gravidade” e apontam o Supremo como o epicentro dessa situação.

“A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!”, diz o manifesto.

O texto não cita nomes de ministros nem detalha episódios específicos. As entidades defendem que a Corte preste contas à sociedade e afirmam que a perda de legitimidade de um tribunal compromete a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a paz social.

“O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas”, ressaltam as entidades. Segundo o manifesto, a autoridade de um tribunal depende de imparcialidade, transparência e exemplo na atuação de seus integrantes.

“A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas”, diz o documento.

As sete entidades destacadas no manifesto são: Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB); Confederação Nacional do Comércio (CNC); Confederação Nacional da Indústria (CNI); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp); Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

CNI alerta para risco às instituições

Em um posicionamento separado, o presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que as sucessivas crises em Brasília colocam as instituições em risco e exigem uma reação “vigorosa”, justa e responsável.

O texto, intitulado “Não vamos desistir do Brasil”, pede bom senso às autoridades e afirma que a confiança da população nos Poderes Públicos é um dos alicerces da democracia.

“A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco”, afirma Alban.

O presidente da CNI defende que as discussões sejam livres, públicas e transparentes, com oportunidade para esclarecimentos. Também pede que as decisões considerem os efeitos sobre a competitividade, a produtividade e a geração de empregos.

Voltar

Compartilhe esta notícia:

Deixe seu comentário
0 0 votos
Classificação do artigo
Verificação de Email (apenas uma vez)

Após enviar seu primeiro comentário, você receberá um email de confirmação. Clique no link para verificar seu email - depois disso, todos os seus próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

Você só precisa verificar uma vez a cada 30 dias.

0 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x
Ocultar
Fechar
Clique no botão acima para ouvir ao vivo
Volume

No Ar: Programa Show Da Madrugada