Quarta-feira, 29 de julho de 2026

Quarta-feira, 29 de julho de 2026

Voltar Com temor sobre Alexandre de Moraes, Eduardo Bolsonaro dá novo sinal de quando voltará ao Brasil

Em conversas recentes com políticos brasileiros que estão nos Estados Unidos, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sinalizou que tem planos de retornar ao Brasil mais breve do que muitos aliados previam.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro mostrou que avalia voltar ao país no início do próximo semestre, mas ainda não bateu martelo sobre a data.

A expectativa inicial no PL era que Eduardo só viesse a país em 2026, em período mais próximo da campanha eleitoral, para concorrer a um cargo no Senado por São Paulo. O filho do ex-presidente deixou claro que vai se envolver diretamente no xadrez político do ano que vem, incluindo a disputa pelo Palácio do Planalto.

Eduardo também não esconde que ainda teme sofrer alguma represália por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, como a apreensão de seu passaporte. Esse foi o motivo central alegado pelo deputado, que está licenciado da Câmara, para permanecer nos EUA. Moraes atendeu a manifestação da Procuradoria-Geral da República e negou o pedido do PT para apreender o documento do parlamentar.

Eduardo mostrou confiança de que a investida que vem fazendo contra o magistrado junto ao governo de Donald Trump terá frutos a médio prazo. Até agora, porém, as ações do deputado não tiveram resultado efetivo contra Moraes.

Aliado vê sanções dos EUA a Moraes como obra de Eduardo Bolsonaro

Depois de o governo dos Estados Unidos anunciar que Alexandre de Moraes pode ser alvo de sanções norte-americanas, aliados enxergam o avanço da medida como o fruto de um “trabalho” do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).

O parlamentar decidiu se licenciar do cargo na Câmara dos Deputados, em março deste ano, para permanecer no país liderado por Donald Trump em busca de sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A avaliação é do presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) da Câmara, deputado Filipe Barros (PL), que assumiu o posto após o filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decidir ficar nos EUA.

“A fala do secretário de Estado, Marco Rubio, reflete o trabalho que o secretário de Relações Internacionais do Partido Liberal (PL) e meu amigo, deputado Eduardo Bolsonaro tem feito”, disse Barros. As informações são dos portais O Globo e Metrópoles.

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