Sábado, 02 de maio de 2026

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Voltar Cirurgia no ombro é 14º procedimento realizado por Bolsonaro em 8 anos

Desde que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro passou por 14 cirurgias, incluindo o procedimento realizado no ombro nesta sexta-feira (1º), em Brasília. Isso sem contar a ida ao hospital para tratar uma pneumonia. Do total de intervenções, dez estão diretamente ligadas às sequelas do ferimento abdominal e a complicações decorrentes de cirurgias posteriores.

O ex-presidente sofre com soluço refratário, ou crônico, que pode causar refluxo com entrada de substâncias na via respiratória, como aconteceu na madrugada de 13 de março. As três cirurgias mais recentes aconteceram em 25, 27 e 29 de dezembro de 2025. No dia de Natal, foi realizada uma herniorrafia inguinal bilateral, procedimento indicado para corrigir duas hérnias na região da virilha, uma de cada lado.

Já as duas intervenções seguintes tiveram como objetivo bloquear o nervo frênico — primeiro o direito e depois o esquerdo — para reduzir as crises de soluço. Já nesta sexta, o procedimento foi realizado no manguito rotador e em lesões associadas, que teriam sido afetados depois de uma queda do ex-presidente em janeiro, quando ele estava na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro publicou nas redes sociais, na noite de sexta-feira (1°), uma atualização sobre o estado de saúde do marido. Bolsonaro realizou na manhã de sexta-feira uma cirurgia no ombro direito, no hospital DF Star, em Brasília, e que terminou “sem intercorrências”, segundo o boletim médico divulgado após o procedimento.

“O Galego já está sem oxigênio nasal, conseguiu tomar sopa, e os dedos da mão do braço do procedimento – que é normal não se mexerem por conta do anestésico – já voltaram a se movimentar nesta noite. Está bem, graças a Deus! Amanhã trago mais notícias dele.”, publicou escreveu Michelle.

De acordo com nota do hospital DF Star, Bolsonaro segue internado “para controle de dor e observação clínica”. A PM (Polícia Militar) atuou na escolta do ex-presidente até o DF Star. A operação contou com o apoio do Centro de Inteligência da PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) e do 1º Comando de Policiamento Regional da PMDF.

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a realização da cirurgia na quinta-feira (30). A decisão atendeu um pedido feito pela defesa do ex-presidente, que cumpre a pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.

Bolsonaro passou a cumprir pena em sua casa no Jardim Botânico no final de março. A prisão domiciliar foi autorizada por Moraes por um período de 90 dias. O magistrado justificou a decisão com base nos problemas de saúde do ex-presidente, que enfrentou uma broncopneumonia bilateral. (Com informações da CNN Brasil)

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