Segunda-feira, 29 de junho de 2026
Por Redação Rádio Caiçara | 29 de junho de 2026

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) deu início a uma nova etapa de sua estratégia institucional com o lançamento da Academia BRDE de Inovação e Desenvolvimento (ABID). A iniciativa de educação corporativa foi criada para fortalecer a formação dos profissionais do banco, integrar práticas de gestão do conhecimento e ampliar a capacidade da instituição de atuar como agente de desenvolvimento regional.
A primeira apresentação ocorreu na agência paranaense e, nas próximas semanas, o banco levará encontros semelhantes ao Rio Grande do Sul e a Santa Catarina, consolidando a implantação gradual da academia nos três estados do Sul. Criada por iniciativa do diretor-presidente Renê Garcia Junior, a ABID vai organizar ações de capacitação, trilhas de desenvolvimento, programas de formação, mentorias e práticas de disseminação de conhecimento. A proposta é alinhar o desenvolvimento das equipes aos objetivos estratégicos do banco, com foco em inovação, excelência técnica, integração entre áreas e impacto positivo para a sociedade.
Segundo Garcia Junior, “um banco de desenvolvimento precisa formar continuamente suas equipes para compreender os desafios do setor produtivo, dos municípios e das políticas públicas. A Academia nasce com esse propósito: desenvolver pessoas para que o BRDE amplie sua capacidade de transformar conhecimento em soluções para o desenvolvimento regional.”
Na primeira etapa, a academia terá como foco o público interno, com revisão de políticas e programas de recursos humanos, estruturação e consolidação de um mapa de competências. A perspectiva é que, em até 24 meses, a iniciativa também possa atender parceiros institucionais do BRDE, cooperativas, municípios, órgãos governamentais e entidades ligadas ao ecossistema de desenvolvimento.
Para o diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves, a academia representa uma etapa importante no processo de modernização institucional. “A formação permanente é parte da agenda de fortalecimento do BRDE. Ao organizar conhecimento e valorizar especialistas internos por meio da aprendizagem contínua, o banco melhora sua capacidade de execução e prepara suas equipes para responder com mais eficiência às demandas da sociedade”, disse.
O vice-presidente Mauro Mariani reforçou que, “na velocidade das mudanças do mundo de hoje, ter instrumentos que permitam o compartilhamento do conhecimento visando a busca de novas soluções é fundamental para qualquer organização, principalmente para um banco de desenvolvimento que trabalha de olho no futuro.”
A ABID terá atuação voltada ao desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do banco, à promoção de um ambiente colaborativo e saudável, ao monitoramento de resultados e à integração entre áreas e processos. Entre os instrumentos previstos estão cursos, oficinas, formações técnicas, conteúdos presenciais e digitais, programas de mentoria e comunidades de prática.
Para o diretor de Planejamento, Leonardo Busatto, a academia coloca o BRDE em posição de vanguarda. “Como principal referência no apoio ao ecossistema de inovação da região Sul, o banco dá mais um passo para incorporar essa verdadeira revolução que vem impactando todos os modelos de negócios. A Academia reflete diretamente em melhores serviços entregues para clientes e para a sociedade.”
O superintendente de Infraestrutura e Recursos Humanos, Hélio de Paula e Silva, responsável pela implementação da ABID, destacou que o trabalho será conduzido com base em diagnóstico, planejamento e avaliação de resultados. “A ideia é dar método, continuidade e mensuração à educação corporativa, valorizando o conhecimento que está dentro do banco e conectando esse conhecimento às necessidades estratégicas da instituição.”
Além da capacitação formal, a academia prevê a participação de especialistas internos como instrutores e mentores, atuando como multiplicadores de conhecimento técnico, normativo e institucional. A estruturação da ABID também abre caminho para futuras parcerias com instituições de ensino, escolas de governo, universidades corporativas e entidades ligadas ao sistema de desenvolvimento.
Para Garcia Junior, a inovação não está apenas na tecnologia, mas também na forma como as instituições aprendem e compartilham conhecimento. “É esse movimento que a Academia BRDE passa a estruturar”, concluiu.(Gisele Flores – gisele@pampa.com.br)
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