Quinta-feira, 30 de junho de 2022

Quinta-feira, 30 de junho de 2022

Voltar Barril dispara e Pacheco ainda “segura” projetos

O tempo passa, o tempo voa, a guerra na Ucrânia faz disparar os preços do petróleo, mas o presidente roda-presa do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), continua numa boa, sem pressa. Ele não demonstra interesse efetivo em pautar projetos pendentes que amenizem o impacto do preço dos combustíveis no bolso do cidadão. Desde o retorno do recesso, há quase 40 dias, ele promete votação. Mas nada anda sob sua batuta.

Ciúmes paralisantes

Proposta de emenda aprovada na Câmara em outubro prevê redução imediata de preços, mas, enciumado, Pacheco segurou sua tramitação.

Prepare o bolso

Gerentes da Petrobras, que definem os aumentos, esfregavam as mãos de contentamento com a “defasagem” de preço dos combustíveis: 25%.

Talvez, quem sabe…

Há dois projetos de lei (PL) em tramitação no Senado, que tratam do aumento do preço dos combustíveis.

Projeto principal

Um deles prevê alíquota unificada de valor fixo para o ICMS sobre combustíveis. O outro propõe a criação de fundo para controlar preços.

Para Guedes, disputa presidencial é equilibrada

Durante o tour do ministro Paulo Guedes (Economia) pelos Estados Unidos, em conversas com investidores estrangeiros e brasileiros, o “posto Ipiranga” do presidente Bolsonaro se mostrou otimista em relação à eleição. Ele disse acreditar que o ex-presidiário Lula não tem a vantagem que as pesquisas eleitorais apontam. E afirmou, em inglês, que os dois principais pré-candidatos devem estar “cabeça a cabeça”.

Diferença fundamental

Guedes lembrou que Bolsonaro sai às ruas e é bem-vindo: “vai para a praia, participa de motociata”, etc. Lula só vai a eventos controlados.

Conversa boa

Guedes entusiasmou investidores nas palestras, que se surpreenderam com boas notícias, como privatizações e novos investimentos.

Bem recebido

A redução de 25% do IPI foi uma das ações do governo mais elogiadas durante a visita de Guedes aos EUA. As privatizações também animam.

Fundão abjeto

Para a deputada estadual Janaína Paschoal, o Supremo Tribunal Federal “agrava a situação” do imoral fundão de R$ 4,9 bilhões para campanhas, “chancelando o abjeto aumento do fundo eleitoral!”.

Um lado e outro lado

A oposição atribui ao Auxílio Brasil e às emendas a redução da diferença de Lula para Bolsonaro nas pesquisas. Lorota. É que desde 1º de janeiro institutos são obrigados a disponibilizar as entranhas de suas pesquisas.

Controle absoluto

“São donos da economia mundial, da força militar e dos meios de comunicação”, disse o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta sobre os motivos de nunca haver sanções aos EUA e a Otan por suas invasões.

Brotou online

Roda na internet desde o fim do mês passado o blog Entregas do Governo, compilação de obras, ações e conquistas da administração Bolsonaro. Hoje, lista 86 entre suas “principais entregas”.

Construção forte

A associação de incorporadoras imobiliárias (Abrainc) comemorou o resultado de quase 10% de crescimento na indústria da construção. O presidente Luiz França chamou de “demonstração da força” do setor.

Mais de uma década

O ministro Marcos Pontes (Ciência) celebrou o acordo fechado de associação do governo brasileiro à Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (CERN). “Após 12 anos de negociações”, desabafou.

Regras do xadrez

Acaba dia 2 de abril o prazo para ocupantes de cargos nos executivos (governador, prefeito) renunciarem aos mandatos, caso queiram tentar trocar de cargo. É o caso do governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).

PCP, 101 anos

Em 6 de março de 1921 era fundado o Partido Comunista Português, “franquia” criada por Vladimir Lênin. Com apenas seis das 230 cadeiras do parlamento, é o mais atrasado partido de esquerda do mundo.

Pensando bem…

…o mundo acompanha uma guerra como todas as outras, mas, nas redes, mais parece entretenimento.

PODER SEM PUDOR

Saudação a visitantes

Certa vez, candidato a governador, Adhemar de Barros trocou as bolas durante um comício em Batatais, quando saudou a plateia:

“Povo de Bebedouro!…”

Um assessor sussurrou o equívoco, mas Adhemar seguiu adiante:

“Eu sei que estou em Batatais. O que eu digo é: povo de Bebedouro que visita Batatais!”

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