Segunda-feira, 15 de julho de 2024

Segunda-feira, 15 de julho de 2024

Voltar União Brasil pode antecipar eleição e afastar Bivar

Já não há muitos políticos, na Câmara, que apostem na permanência do deputado Luciano Bivar (PE) como presidente do União Brasil, onde querem vê-lo pelas costas. Tudo em razão de sua atitude “autocrática”, dizem críticos, como por exemplo suas tentativas de destituir dirigentes estaduais. A ideia é reunir o diretório nacional para antecipar as eleições no partido. O União fatura alto: já levou do Fundo Partidário, extraídos do nosso bolso, só este ano, mais de R$ 71,5 milhões para sua manutenção.

Ninguém aparece
Bivar diz ignorar a origem de tudo, estranha que não há “uma só aspas” e diz que o estatuto do União não dá espaço para “infringências legais”.

É a bancada federal
O movimento cuja origem Bivar ignora começou na bancada federal, mas se ampliou para outras instâncias do partido.

Sem antecipação
Ele também descarta a antecipação das eleições: “Qualquer filiado pode exigir o cumprimento do calendário, estatutário e homologado pelo TSE”.

Briga de sócios
O PSL ficou com 51% das “ações” do União, mas Bivar não estaria cumprindo o acordo de submeter as decisões aos 49% do antigo DEM.

Lula se cala diante de duras críticas de Zelensky
Lula se fingiu de morto e silenciou diante das duras críticas do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sobre sua tentativa desastrada de ‘negociar a paz’. Em entrevista à TV RTP, de Portugal, Zelensky sugeriu que Lula aprenda “quem é a vítima e quem é o agressor”, antes de sugerir cessão de território ucraniano aos russos como forma de negociar a paz: “São as nossas casas que foram atacadas e bombardeadas”, disse, “não as casas do Brasil ou outros países”, afirmou, enfático.

Um desastre
As declarações de Lula espantaram líderes mundiais pela ignorância dos fatos e por fazer o jogo da Rússia, o invasor que provocou a guerra.

Caiu na armadilha
O presidente brasileiro se meteu nessa enrascada porque se deixou levar por bajuladores extremados, como seu assessor Celso Amorim.

Maior saia justa
Sem explicar o silêncio diante das críticas de Zelensky, o Itamaraty se limitou a uma resposta protocolar, em defesa de “cessar-fogo imediato”.

Ibaneis bem na foto
A aprovação do governador do DF, Ibaneis Rocha (65,1%), do MDB, supera e muito a aprovação de Lula (48,9%), de acordo com levantamento do Paraná Pesquisas no DF. Ibaneis, inclusive, melhorou o índice em relação à última pesquisa, de maio, quando cravou 63,6%.

General Q.I.
Gonçalves Dias se esquivou de perguntas na CPMI do 8 de Janeiro, mas passou por constrangimentos. Nikolas Ferreira (PL-MG) disse ao ex-GSI que ele colou no Exército e só subiu de patente por amizade com Lula.

Aposta na derrota
O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou ontem durante entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes e BandNews TV, que Lula e o PT sofrerão em 2024 “a. maior derrota eleitoral da História”.

Protagonismo político
Na disputa com o Congresso por protagonismo político, o STF ameaça alterar a Constituição, no caso do marco temporal de terras indígenas, alegando “omissão legislativa”. A Câmara já aprovou lei que define o assunto, mas Rodrigo Pacheco, aliado do STF, engavetou-a no Senado.

Lira é a resposta
“Ficamos em dúvida se a gente segue o partido ou a oposição”, disse à coluna o deputado Marco Feliciano (PL-SP) ao desconfiar da posição do PL em votações em que gente do partido de Bolsonaro apoia o governo.

Bedel do Planalto
O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) disparou contra André Fufuca (MA) por atuar para esvaziar a CPI do MST: “o líder do PP, que já é tratado como ministro do Lula, usurpa de suas prerrogativas junto ao partido para proteger os criminosos do MST, a mando do governo.”

Custo-benefício
Para Aécio Neves (PSDB-MG) a criação da 38ª pasta do já inchado ministério de Lula é estratégia para atrair novos aliados. “Mais gastos, mais superposição e menos resultado”, avalia o tucano.

A conta não bate
O Ministério Público denunciou o ex-presidente do Conselho Federal de Medicina Mauro Luiz de Brito Ribeiro, por ter recebido remuneração compatível com 873 plantões. O problema é que ele não compareceu.

Pergunta na eleição
Sem terra com prefeitura é o quê?

PODER SEM PUDOR

Escolha “democrática”

Com o súbito falecimento do governador de Minas, Olegário Maciel, o ditador Getúlio Vargas teve de escolher o substituto. Pediu listas sêxtuplas a Antônio Carlos e a Gustavo Capanema e a ambos solicitou que nelas incluíssem um delegado de polícia de Pará de Minas: Benedito Valadares. Que seria, claro, o es” Benedito era o único nome comum às duas listas…”

Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos

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