Segunda-feira, 30 de março de 2026

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Voltar Trump revela “arma secreta” usada em ataque à Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou uma “arma secreta” usada na operação na Venezuela, no início de janeiro, que culminou na captura de Nicolás Maduro e da esposa, Cília Flores. As informações são do The Post.

O armamento, chamado de “descombobulador”, segundo Trump, foi o responsável para que nenhum norte-americano, que participava da operação em Caracas, perdesse a vida.

“Eles tinham foguetes russos e chineses, e nenhum deles conseguiu disparar. Nós chegamos, eles apertaram os botões e nada funcionou. Eles estavam prontos para nos enfrentar”, alegou o norte-americano.

À época do ataque, um membro da equipe de segurança de Maduro chegou a relatar que “de repente, todos os nossos sistemas de radar desligaram sem qualquer explicação”.

Ainda segundo ele, o “descombobulador” foi direcionado diretamente aos defensores do venezuelano. “Todos começamos a sangrar pelo nariz. Alguns vomitaram sangue. Caímos no chão, sem conseguir nos mexer. Não conseguíamos nem ficar de pé depois daquela arma sônica ou seja lá o que fosse”.

Prisões

Nicolás Maduro e Cilia Flores foram presos em uma operação militar dos Estados Unidos, em 3 de janeiro de 2026, no Forte Tiuna, em Caracas. Por volta das 3h, o casal foi retirado da residência. Na ocasião, eles foram algemados e tiveram os olhos e ouvidos cobertos.

Após procedimentos na DEA, Maduro e Flores foram encaminhados ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC) no Brooklyn. Maduro enfrenta quatro acusações principais no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York, baseadas em denúncias de 2020 e atualizadas em 2026.

As imputações, segundo o governo norte-americano, incluem narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os EUA, posse de metralhadoras e conspiração para posse de armas e dispositivos destrutivos durante crimes de tráfico de drogas.

Para os promotores do Distrito Sul de Nova York, CíliaFlores colaborou com Maduro no tráfico de cocaína entre 2004 e 2015, usando escoltas militares e grupos armados como os “colectivos”. As informações são do portal de notícias IG.

 

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