Sábado, 28 de março de 2026

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Voltar MC Marcinho morre, aos 45 anos, vítima de falência múltipla de órgãos

MC Marcinho, conhecido como Príncipe do Funk, morreu na manhã deste sábado (26), vítima de falência múltipla de órgãos, aos 45 anos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do cantor e pelo Hospital Copa D’Or, localizado na zona sul do Rio de Janeiro, onde o cantor estava internado para tratar uma cardiopatia e doença renal crônica. Marcio André Nepomuceno Garcia deixa três filhos.

Na sexta-feira (25), o quadro clínico de Marcinho havia apresentado uma piora significativa, conforme informou o hospital. O artista estava hospitalizado desde o dia 27 de junho deste ano, após sofrer uma parada cardíaca, e se encontra sob cuidados intensivos no hospital.

O funkeiro sofria de sérios problemas cardíacos. Em março, o MC revelou que estava debilitado e precisava passar por uma cirurgia para trocar um marca-passo implantado desde 2021. Na época, a equipe do artista informou que o procedimento havia sido bem-sucedido e o quadro clínico era estável.

Marcinho sofreu uma parada cardíaca no dia 10 de julho e precisou ser intubado. Três dias depois, o artista recebeu um implante de coração artificial. O cantor fazia o uso da Ecmo, uma espécie de pulmão artificial externo. Ele seguiu internado no hospital desde então.

Além da condição no coração, o funkeiro já sofreu um acidente de carro e quase perdeu a perna. Por conta disso, precisou ficar por meses em uma cadeira de rodas. Também enfrentou algumas infecções graves no estômago e no pé.

MC Marcinho

O cantor é um dos criadores de um estilo de funk dançante e muito popular, o chamado funk melody. É autor de grandes sucessos do final dos anos 90 e início dos anos 2000 como “Glamurosa”, “Rap do solitário”, “Porque te amo”, “Vou catucar”, “Tudo é Festa” e “Garota nota 100”.

O artista é da geração de funkeiros que estourou como DJ Marlboro, Claudinho e Buchecha, Copacabana, Latino, entre outros. Juntos, levaram o funk a todo o país.

Seu primeiro sucesso foi o “Rap do solitário”. Popularizou o funk com letras que contavam o dia a dia da juventude das favelas e periferias do Grande Rio.

Foto: Divulgação/Instagram

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