Segunda-feira, 04 de maio de 2026

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Voltar 20 anos do caso Suzane Richthofen: Onde e como estão ela e os irmãos Cravinhos

Passados 20 anos, o assassinato do casal Marísia e Manfred von Richthofen com a participação da filha deles, Suzane von Richtofhen, na mansão em que moravam, em São Paulo, permanece como um dos mais chocantes crimes da crônica policial brasileira.

Na noite de 31 de outubro de 2002, Marísia e Manfred foram mortos na cama em que dormiam pelo namorado da filha, Daniel Cravinhos, e pelo irmão dele, Cristian Cravinhos. Suzane, a três dias de completar 19 anos, arquitetou o crime e abriu a porta da casa para a entrada dos assassinos dos seus pais.
Passados 20 anos, o assassinato do casal Marísia e Manfred von Richthofen com a participação da filha deles, Suzane von Richtofhen, na mansão em que moravam, em São Paulo, permanece como um dos mais chocantes crimes da crônica policial brasileira.

Na noite de 31 de outubro de 2002, Marísia e Manfred foram mortos na cama em que dormiam pelo namorado da filha, Daniel Cravinhos, e pelo irmão dele, Cristian Cravinhos. Suzane, a três dias de completar 19 anos, arquitetou o crime e abriu a porta da casa para a entrada dos assassinos dos seus pais.
Nesse mesmo ano, ele precisou ir a uma delegacia liberar uma moto de Cristian, apreendida pela Polícia Militar quando o irmão mais velho foi preso, em Sorocaba. Atualmente, ele cumpre o restante da pena em liberdade, levando uma vida discreta, ao lado da esposa.

Cristian tinha 26 anos quando foi preso e já deveria estar em regime aberto, não fosse ter sido flagrado com munição de uso restrito durante uma confusão, em um bar de Sorocaba, quando estava no semiaberto.
A Polícia Militar foi ao local após receber denúncia de agressão a uma mulher pelo detento. Cristian foi acusado ainda de oferecer dinheiro aos policiais para não ser detido. O condenado cometeu também faltas disciplinares durante o período de encarceramento.

Os irmãos Cravinhos conviveram na Penitenciária 2 de Tremembé com outros presos conhecidos, como Alexandre Nardoni, condenado a 30 anos e 2 meses de prisão pela morte da filha Isabela, em 2008; Lindenberg Alves Fernandes, condenado pelo cárcere privado e morte da namorada Eloá Pimentel; Mizael Bispo de Souza, acusado de matar a advogada Mércia Nakashima, e Gil Rugai, acusado de matar o pai e a madrasta, em 2004, em São Paulo.

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