Terça-feira, 03 de fevereiro de 2026

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Voltar Rio Grande do Sul entra em alerta vermelho para onda de calor nos próximos dias

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um aviso vermelho de grande perigo para uma onda de calor que vai atingir áreas do Rio Grande do Sul nos próximos dias. O aviso tem início nesta terça-feira (3) e é válido até as 23h59 do próximo sábado (7). Ele abrange áreas de todos os Estados da região Sul (ao todo mais de 500 municípios), especialmente regiões como o Oeste Catarinense, as áreas Serrana, Noroeste e Sudoeste do Rio Grande do Sul, além de áreas do Centro-Sul, Sudoeste e Sudeste do Paraná. Os termômetros podem marcar 37ºC nessas localidades.

Uma onda de calor é um fenômeno meteorológico que acontece quando uma determinada região registra temperaturas muito acima da média por uma sequência de dias. No geral, os meteorologistas estabelecem que, para o fenômeno se configurar, as temperaturas precisam ficar ao menos 5ºC acima da média por um período de cinco dias ou mais.

Já o Inmet define uma onda de calor quando há um aumento de 5ºC na temperatura em relação à média mensal, independentemente da quantidade de dias de duração. O Inmet avisa que o calor extremo traz riscos à saúde. Em períodos de calor, é comum sentir o corpo mais lento, cansado e até tonto. Mas os efeitos das altas temperaturas vão muito além do desconforto.

Fenômeno deve ser mais frequente e mais longo. Um novo estudo, publicado na revista científica Science Advances concluiu que as mudanças climáticas estão fazendo com que as ondas de calor se tornem mais frequentes e mais longas do que há 40 anos. A pesquisa examinou o comportamento delas em termos de frequência, intensidade, duração e extensão espacial, ou seja, evolução e propagação.

A pesquisa examinou dados de 1979 a 2020. Notou-se que, desde 1979, as ondas de calor se tornaram 20% mais longas e 67% mais frequentes. Ou seja, a população tem ficado mais tempo exposta a temperaturas extremas. Pesquisas anteriores já haviam constatado que as mudanças climáticas estavam deixando os períodos de ondas de calor mais longos, frequentes e intensos. No entanto, o novo estudo se diferencia por levar em conta não somente a temperatura e a área de superfície dos fenômenos, mas também a duração do calor e sua propagação pelos continentes. (Com informações dos portais de notícias g1 e UOL)

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