Terça-feira, 23 de julho de 2024

Terça-feira, 23 de julho de 2024

Voltar “Lista Suja do Trabalho Escravo” tem 289 empregadores no Brasil

A chamada “Lista Suja do Trabalho Escravo”, atualizada nesta quarta-feira (5) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, tem 289 empregadores que submeteram pessoas a condições análogas à escravidão no Brasil.

Foram acrescentados 132 novos nomes ao documento, maior atualização registrada desde 2017, quando a lista voltou a ser publicada. A divulgação é feita em abril e outubro de cada ano.

A nova atualização inclui decisões que não cabem mais recurso de casos de trabalho escravo identificados pela Inspeção do Trabalho entre os anos de 2018 e 2022.

“Estar na lista suja significa que o empregador submeteu trabalhadores à condição análoga à de escravo, e o governo brasileiro reconheceu isso por meio da Inspeção do Trabalho”, explicou o chefe da Divisão de Fiscalização para a Erradicação do Trabalho Escravo, Maurício Krepsky. “Esses empregadores tiveram a oportunidade de se defender no âmbito do processo administrativo e não tiveram êxito”, completou.

Estados

Os novos registros irrecorríveis de trabalho escravo identificados no País responsabilizam 109 pessoas físicas e 23 pessoas jurídicas em 19 unidades da Federação.

Minas Gerais é o Estado que lidera a lista de novas ocorrências (35), seguido por Goiás (15) e Piauí (13). No Rio Grande do Sul, houve seis novos registros.

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