Quinta-feira, 19 de março de 2026
Por Redação Rádio Caiçara | 15 de fevereiro de 2026
Dezessete anos depois e com o corpo mais “rasgado” do que nunca, Juliana Paes está de volta à Viradouro, ocupando um posto de destaque que fez seu coração bater mais forte.
Em uma conversa descontraída e “encharcada” com o RJ1, Juliana comentou que o carnaval é o momento ideal para se permitir viver novos personagens, usar fantasias e mudar o visual — como o novo cabelo, com “mega hair”, que tem servido até de inspiração para fãs.
“Dá para botar cabelo, dá para botar fantasia, dá pra botar um salto, dá fazer o que a gente quiser, ser o que a gente quiser no carnaval. O grande pulo do gato é quando a gente olha e vê que não tá ali 100%, mas a gente não tá se cobrando. Quando a gente começa a achar que está tudo bem”, afirmou a atriz sobre a entrega à folia.
O convite e a emoção do retorno
O retorno de Juliana Paes não foi planejado por ela, mas sim fruto de um convite irrecusável e cheio de afeto do Mestre Ciça, mestre de bateria homenageado no enredo da Viradouro.
Segundo a atriz, o chamado foi para que ela estivesse exatamente onde a pulsação da escola é mais forte: diante da bateria, ao lado de Ciça.
“A perna deu aquela [tremida], mas eu não podia dizer não”, confessou.
Muito além do samba e do brilho, a Viradouro representa um capítulo fundamental na história pessoal de Juliana. A atriz revelou que a quadra da escola foi seu “lugar de acolhimento” em períodos de solidão e dor, como quando seus pais se separaram e seus irmãos e mãe foram morar no exterior.
“O chão ali daquela quadra foi o lugar onde eu encontrava os meus amigos, onde eu tomava minha cervejinha, onde eu era eu mesma”, relembrou emocionada.
Ao encerrar a entrevista, Ju Paes citou versos do samba que resumem seu sentimento pela agremiação de Niterói:
“Se eu for morrer de amor, que seja no samba. Só Viradouro onde a arte o consagrou”.
Carreira e Carnaval: uma relação de duas décadas
Juliana Paes começou na Viradouro como destaque de carro alegórico, antes da fama nacional. Depois das novelas, assumiu a frente da bateria pela primeira vez em 2004.
Em 2007, viveu um momento histórico: foi a única vez que a bateria desfilou sobre um carro alegórico. Ela permaneceu no posto por cinco anos, até 2008.
Após deixar a Viradouro, ainda voltou à Sapucaí em 2018 e 2019 pela Grande Rio, mas nunca deixou de prestigiar os desfiles. Com informações do portal G1.
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