Sexta-feira, 30 de outubro de 2026
Por Redação Rádio Caiçara | 23 de outubro de 2026
Os candidatos à Presidência que ficaram de fora do segundo turno se dividiram nos apoios a Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputam a eleição no próximo domingo (25). Dos dez ex-presidenciáveis, cinco declararam apoio a Flávio, três a Lula, um defendeu o voto nulo e outro liberou seus eleitores para escolherem livremente.
Flávio recebeu o apoio de Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Clariana Barão (DC), Augusto Cury (Avante) e Wilson Grassi (Democrata).
Zema anunciou apoio em 5 de outubro, um dia após o primeiro turno. O ex-governador de Minas Gerais justificou a decisão como uma forma de votar “contra o PT” e afirmou que “o Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”.
Na terça-feira (6), Flávio se reuniu com Caiado, ex-governador de Goiás, que prometeu entrar na campanha “de corpo inteiro, por convicção”. “O que nós queremos é que você devolva o Brasil aos brasileiros”, declarou.
Clariana Barão anunciou apoio em 7 de outubro, mas condicionou seu compromisso à garantia de que “as mulheres não tenham um direito a menos nesse país”.
No dia 8, Flávio conversou por videochamada com Augusto Cury e assinou um documento com condições apresentadas pelo escritor para apoiá-lo. “Neste segundo turno, decidi dar um voto de confiança a Flávio Bolsonaro”, afirmou Cury, ao mencionar a proposta de um primeiro mandato para o senador e o fim da reeleição.
Wilson Grassi declarou apoio a Flávio em um vídeo publicado nas redes sociais em 20 de outubro. Apesar de criticar os dois candidatos, afirmou que votaria no senador para não deixar de votar. O ex-candidato também disse estar insatisfeito com a eleição e criticou as propostas dos adversários.
Lula recebeu o apoio de Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP). Os três anunciaram a decisão nas redes sociais e caracterizaram o apoio como crítico.
O PCB justificou a posição pela necessidade de derrotar a extrema direita. “Neste segundo turno, é Lula para derrotar o fascismo”, declarou Edmilson Costa.
Hertz Dias também defendeu o voto no petista, mas ressaltou que a decisão não representa apoio ao governo. “Contra Bolsonaro, voto crítico no 13 no segundo turno, sem nenhum apoio ao governo Lula”, afirmou.
A Unidade Popular, partido de Samara Martins, convocou eleitores e militantes a votar em Lula em defesa da democracia, dos direitos sociais e da soberania nacional, além de se posicionar contra o avanço do fascismo.
Rui Costa Pimenta (PCO) orientou seus apoiadores a votar nulo no segundo turno. Já Renan Santos (Missão) liberou seus eleitores para escolherem livremente entre os dois candidatos. (Com informações do portal g1)
Após enviar seu primeiro comentário, você receberá um email de confirmação. Clique no link para verificar seu email - depois disso, todos os seus próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Você só precisa verificar uma vez a cada 30 dias.