Segunda-feira, 27 de junho de 2022

Segunda-feira, 27 de junho de 2022

Voltar Federação Brasileira de Bancos aponta alta de 0,8% no saldo da carteira de crédito em abril

O saldo total da carteira de crédito deverá seguir em expansão em abril, com alta estimada de 0,8%, melhor resultado para o mês desde 2013 (+0,9%).

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (18) pela Pesquisa Especial de Crédito da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), projetando que a expansão anual poderá chegar a 16,5%. Conforme os dados, o crescimento no mês deve ser liderado pelas operações com recursos livres (+1,2%), com destaque para o crédito destinado às famílias.

A Pesquisa de Crédito da Febraban é divulgada mensalmente como uma prévia da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito do Banco Central e as projeções são feitas com base em dados consolidados dos principais bancos do País.

Essas operações representam de 38% a 88% do saldo total do Sistema Financeiro Nacional, dependendo da linha, além de outras variáveis macroeconômicas que impactam o mercado de crédito. A Nota com os dados de abril ainda não tem data prevista de divulgação devido à greve dos funcionários do BC.

De acordo com a pesquisa, a maior alta deve vir do crédito livre às famílias, que tem projeção de registrar expansão de 1,6% em abril, o melhor resultado para o mês desde 2009. Para as empresas, o crescimento deve ser de 0,7%, beneficiado pelas linhas ligadas ao setor externo, diante do maior volume de exportações (além da depreciação cambial do mês).

Já a sazonalidade negativa das linhas relacionadas ao fluxo de caixa (desconto de duplicatas) deve conter em parte a expansão da carteira. Com mais um bom resultado, o ritmo de expansão anual da carteira livre deve chegar a 21,2%.

A carteira direcionada deve ficar praticamente estável (+0,1%) em abril, novamente refletindo um desempenho desigual entre os segmentos. A carteira Pessoa Física (+0,4%) deve seguir impulsionada pelos créditos rural e imobiliário, enquanto a carteira Pessoa Jurídica (-0,4%) deve seguir perdendo tração na esteira de redução dos programas públicos de crédito.

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