Quinta-feira, 29 de outubro de 2026

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Voltar Famílias acolhidas em abrigo na Ilha da Pintada, em Porto Alegre, voltam para as suas casas

As 23 pessoas que permaneciam acolhidas no abrigo provisório organizado pela Fasc (Fundação de Assistência Social e Cidadania) na Ilha da Pintada, em Porto Alegre, até a noite de sábado (16), conseguiram voltar para casa graças ao recuo do nível do Guaíba.

“Após todo o período de acolhimento, retornamos às casas das famílias atingidas pela enchente e constatamos que boa parte delas já podia voltar. As demais foram encaminhadas à rede permanente da Fasc, onde serão assistidas”, afirmou o coordenador-geral da Defesa Civil Municipal, Evaldo Rodrigues de Oliveira Júnior.

O pico do acolhimento na Capital em razão das chuvas aconteceu na quinta-feira (14), quando 101 pessoas estavam em abrigos provisórios na cidade. Ao todo, três estruturas foram montadas. Além da unidade na Ilha da Pintada, que foi a última a ser desativada, a Fasc coordenou o acolhimento nos bairros Lami e Ponta Grossa, na Zona Sul.

A prefeitura informou que o Ceic (Centro Integrado de Coordenação de Serviços) permanece mobilizado no acompanhamento das demandas geradas pelas chuvas.

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