Domingo, 22 de maio de 2022

Domingo, 22 de maio de 2022

Voltar Com taxa de 7,5%, desemprego fica estável no primeiro trimestre no Rio Grande do Sul

A taxa de desocupação no Rio Grande do Sul foi estimada em 7,5% para o primeiro trimestre de 2022, revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (13). Na comparação com o quarto trimestre de 2021, se manteve estatisticamente estável (8,1%), enquanto em relação ao primeiro trimestre do ano passado (9,5%) recuou 2,1 pontos percentuais (p.p.).

A população desocupada (463 mil pessoas) ficou estável frente ao trimestre imediatamente anterior (500 mil pessoas) e caiu 18,1% (menos 102 mil pessoas) ante o primeiro trimestre de 2021 (566 mil pessoas desocupadas).

A população ocupada (5,7 milhões de pessoas) se manteve estável em relação ao trimestre anterior e subiu 7,1% (mais 381 mil pessoas) na comparação com igual período de 2021 (5,4 milhões de pessoas).

O nível da ocupação (percentual de ocupados na população em idade de trabalhar) foi a 60,2%, sem alteração significativa frente ao trimestre anterior (59,5%) e com alta de 3,8 p.p. comparado ao mesmo período de 2021 (56,4%).

O rendimento real habitual (R$ 2.860) se manteve estável em relação ao trimestre anterior (R$ 2.815) e recuou 8,6% em relação a igual trimestre de 2021 (R$ 3.127). A massa de rendimento real habitual (R$ 15,9 bilhões) subiu 2,7% na comparação com o quarto trimestre de 2021 e ficou estável frente ao primeiro trimestre do ano passado.

A taxa composta de subutilização (16,0%) ficou estável ante o trimestre anterior (16,9%) e caiu 2,9 p.p. em relação a igual trimestre de 2021 (18,9%). A população subutilizada (1,0 milhão de pessoas) ficou estatisticamente estável em
relação ao trimestre anterior (1,1 milhão de pessoas) e teve queda de 12,6% (menos 149 mil pessoas) frente a igual trimestre de 2021 (1,2 milhão de pessoas).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo trabalhadores domésticos) foi de 2,3 milhões de pessoas, alta de 4,8% m(mais 107 mil pessoas) ante o trimestre anterior e de 7,4% na comparação anual (mais 161 mil pessoas).

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (541 mil) ficou estável ante o trimestre anterior e subiu 39,3% (153 mil pessoas) frente a igual período de 2021. O número de trabalhadores por conta própria (1,5 milhão de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior e aumentou 7,4% (mais 102 mil pessoas)
frente ao mesmo período do ano anterior.

O número de trabalhadores domésticos (287 mil pessoas) ficou estável no trimestre e no ano. A taxa de informalidade foi de 32,8% da população ocupada, ou 1,9 milhão de trabalhadores informais. No quarto trimestre de 2021, a taxa havia sido de 33,0% e, no primeiro trimestre, de 30,1%.

A população desalentada (102 mil pessoas) ficou estável frente ao ao trimestre anterior (79 mil) e ante igual trimestre de 2021 (115 mil). O percentual de desalentados na força de trabalho (1,6%) ficou estável em relação
ao trimestre anterior (1,3%) e frente ao mesmo trimestre de 2021 (1,9%).

A população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas (309 mil) ficou estável tanto ante o trimestre anterior (351 mil pessoas) quanto ante o mesmo trimestre de 2021 (288 mil).

No primeiro trimestre de 2022, a força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) foi de 6,2 milhões, sem alteração frente ao trimestre anterior e com alta de 4,7% (mais 279 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2021.

A população fora da força de trabalho (3,3 milhões de pessoas) ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 6,8% (menos 242 mil pessoas) no ano. Frente ao quarto trimestre de 2021, a análise do contingente de ocupados mostrou que houve crescimento em dois grupamentos de atividade: Alojamento e alimentação (19,7% ou mais 45 mil pessoas) e Transporte, armazenagem e correio (13,8% ou mais 35 mil pessoas). Os demais oito grupamentos ficaram estatisticamente estáveis.

Ante o primeiro trimestre do ano passado, o aumento da ocupação no setor de Alojamento e alimentação foi de 55,6% (mais 98 mil pessoas), enquanto na Construção foi de 16,7% (mais 54 mil pessoas) e na Indústria ficou em 13,4% (mais 104 mil pessoas). Não houve variação significativa nos demais sete grupamentos: Agricultura, pecuária,
produção florestal, pesca e aquicultura; Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas; Transporte, armazenagem e correio; Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais;
Serviços domésticos e Outros serviços.

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