Quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Voltar Chegam a cinco as mortes por dengue no Rio Grande do Sul neste ano

A Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou nessa terça-feira (20) a quinta morte por dengue no Rio Grande do Sul em 2024. Trata-se de uma mulher de 75 anos, com comorbidades e moradora de Tenente Portela (Região Noroeste), cidade que agora acumula três óbitos pela doença desde o início do ano e também o maior número de casos confirmados em território gaúcho: 1.234 de um total de 5.208 mil (23.6%).

Quase 90% dos testes positivos no Estado desde janeiro são autóctones (quando o contágio ocorre dentro do Estado), ao passo que os demais sendo importados (contraídos durante viagem a outro local). No ano passado foram mais de 34 mil casos autóctones, dos quais 54 óbitos custaram a vida do paciente.

Outro dado que chama a atenção é abrangência da infestação pelo mosquito transmissor Aedes aegipty. O problema é constatado em 466 dos 497 municípios, o que equivale a um índice de 93,7%. Os dados constam no site dengue.saude.rs.gov.br.

A partir desta quarta (21), uma força-tarefa da SES permanecerá durante três dias em Tenente Portela, Redentora, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e demais municípios do Noroeste gaúcho,  para ações de apoio ao enfrentamento da dengue pelas prefeituras. Os servidores farão reuniões e visitas às comunidades, dentre outras iniciativas.

Prevenção

As autoridades estaduais reforçam a importância de se procurar atendimento nos serviços de saúde assim que surgirem os primeiros sintomas. Com isso, evita-se o agravamento da doença e uma possível evolução para óbito.

Medidas preventivas contra a proliferação do mosquito-vetor Aedes aegypti também são fundamentais. É o caso da  eliminação de focos de água parada, a fim de cortar o ciclo de vida do inseto já na fase de larva. O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra a picada.

Sintomas

– febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias.

– dor retro-orbital (atrás dos olhos).

– dor de cabeça.

– dor no corpo.

– dor nas articulações.

– mal-estar geral.

– náusea.

– vômito.

– diarreia.

– manchas vermelhas na pele (com ou sem coceira).

(Marcello Campos)

Voltar

Compartilhe esta notícia:

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Ocultar
Fechar
Clique no botão acima para ouvir ao vivo
Volume

No Ar: Programa Bom Dia Caiçara