Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Voltar Bolsonaro é aplaudido por médicos após dizer que não recebeu vacina contra covid

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ovacionado e chamado de “mito” por médicos após um discurso em que se gabou de não ter se vacinado contra covid e por fazer uso de medicamento ineficaz para tratar a doença. Em encontro promovido pelo Conselho Federal Medicina (CFM), o chefe do Executivo também provocou risadas e aplausos da plateia após dizer que um senador da República tem “voz fina”.

O encontro no CFM não constava na agenda presidencial. O Planalto não esclareceu se a agenda se tratou de um compromisso de Bolsonaro como
presidente ou na condição de candidato à reeleição.

Fechado à imprensa, o discurso foi transmitido nas redes sociais do presidente. Em pouco mais de 10 minutos de fala, ele repetiu declarações que já difundira ao longo da pandemia, na contramão da ciência. Também desprezou os resultados da “CPI da Covid”, realizada no Senado.

“Me acusaram de charlatanismo, eu que tomei cloroquina. Com todo respeito, eu estudei, os senhores alguns concordam comigo, outros não, é um direito, é uma autonomia. E me curei. No dia seguinte estava bom. Se em função disso ou não? Para mim foi, pode ser que não seja. Mas aqui no Brasil foi proibido praticamente falar de tratamento precoce”, disse o presidente.

Apesar de comprovadamente ineficaz, o medicamento foi recomendado por
Bolsonaro ao longo da pandemia. Na fala aos médicos, o presidente também
argumentou que há muita gente “ressabiada” com a vacina contra covid e defendeu a liberdade sobre a decisão de se vacinar.

“Eu não me vacinei, entendo que isso é liberdade, é democracia, é um direito meu e estou vivo até hoje”, observou.

Os imunizantes foram responsáveis por controlar a pandemia no mundo, reduzindo drasticamente o número de mortes e casos graves da doença.

Sobre a CPI, além de rebater as acusações sobre demora para compra de vacinas e outros apontamentos da comissão, o presidente criticou senadores que estavam na linha de frente das investigações.

Em um dos momentos em que foi mais aplaudido pelos médicos convidados do CFM, Bolsonaro chamou Renan Calheiros (MDB-AL) de “honestíssimo”, em tom de ironia, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi classificado como “especialista em medicina intergaláctica” e “fala fina”.

Ao anunciar a reunião, o CFM informou que os participantes tratariam de “temas relacionados à assistência médica e hospitalar no Brasil para a melhoria das condições do atendimento da população do País, em especial da parcela que depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS)”. O tema, porém, não foi citado por Bolsonaro em sua fala.

O presidente estava acompanhado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e foi recepcionado pelo presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo. Segundo a autarquia, participaram do encontro representantes dos conselhos regionais de medicina (CRMs) e de outras entidades nacionais da categoria.

Voltar Bolsonaro é aplaudido por médicos após dizer que não recebeu vacina contra covid

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ovacionado e chamado de “mito” por médicos após um discurso em que se gabou de não ter se vacinado contra covid e por fazer uso de medicamento ineficaz para tratar a doença. Em encontro promovido pelo Conselho Federal Medicina (CFM), o chefe do Executivo também provocou risadas e aplausos da plateia após dizer que um senador da República tem “voz fina”.

O encontro no CFM não constava na agenda presidencial. O Planalto não esclareceu se a agenda se tratou de um compromisso de Bolsonaro como
presidente ou na condição de candidato à reeleição.

Fechado à imprensa, o discurso foi transmitido nas redes sociais do presidente. Em pouco mais de 10 minutos de fala, ele repetiu declarações que já difundira ao longo da pandemia, na contramão da ciência. Também desprezou os resultados da “CPI da Covid”, realizada no Senado.

“Me acusaram de charlatanismo, eu que tomei cloroquina. Com todo respeito, eu estudei, os senhores alguns concordam comigo, outros não, é um direito, é uma autonomia. E me curei. No dia seguinte estava bom. Se em função disso ou não? Para mim foi, pode ser que não seja. Mas aqui no Brasil foi proibido praticamente falar de tratamento precoce”, disse o presidente.

Apesar de comprovadamente ineficaz, o medicamento foi recomendado por
Bolsonaro ao longo da pandemia. Na fala aos médicos, o presidente também
argumentou que há muita gente “ressabiada” com a vacina contra covid e defendeu a liberdade sobre a decisão de se vacinar.

“Eu não me vacinei, entendo que isso é liberdade, é democracia, é um direito meu e estou vivo até hoje”, observou.

Os imunizantes foram responsáveis por controlar a pandemia no mundo, reduzindo drasticamente o número de mortes e casos graves da doença.

Sobre a CPI, além de rebater as acusações sobre demora para compra de vacinas e outros apontamentos da comissão, o presidente criticou senadores que estavam na linha de frente das investigações.

Em um dos momentos em que foi mais aplaudido pelos médicos convidados do CFM, Bolsonaro chamou Renan Calheiros (MDB-AL) de “honestíssimo”, em tom de ironia, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi classificado como “especialista em medicina intergaláctica” e “fala fina”.

Ao anunciar a reunião, o CFM informou que os participantes tratariam de “temas relacionados à assistência médica e hospitalar no Brasil para a melhoria das condições do atendimento da população do País, em especial da parcela que depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS)”. O tema, porém, não foi citado por Bolsonaro em sua fala.

O presidente estava acompanhado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e foi recepcionado pelo presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo. Segundo a autarquia, participaram do encontro representantes dos conselhos regionais de medicina (CRMs) e de outras entidades nacionais da categoria.

Voltar Bolsonaro é aplaudido por médicos após dizer que não recebeu vacina contra covid

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi ovacionado e chamado de “mito” por médicos após um discurso em que se gabou de não ter se vacinado contra covid e por fazer uso de medicamento ineficaz para tratar a doença. Em encontro promovido pelo Conselho Federal Medicina (CFM), o chefe do Executivo também provocou risadas e aplausos da plateia após dizer que um senador da República tem “voz fina”.

O encontro no CFM não constava na agenda presidencial. O Planalto não esclareceu se a agenda se tratou de um compromisso de Bolsonaro como
presidente ou na condição de candidato à reeleição.

Fechado à imprensa, o discurso foi transmitido nas redes sociais do presidente. Em pouco mais de 10 minutos de fala, ele repetiu declarações que já difundira ao longo da pandemia, na contramão da ciência. Também desprezou os resultados da “CPI da Covid”, realizada no Senado.

“Me acusaram de charlatanismo, eu que tomei cloroquina. Com todo respeito, eu estudei, os senhores alguns concordam comigo, outros não, é um direito, é uma autonomia. E me curei. No dia seguinte estava bom. Se em função disso ou não? Para mim foi, pode ser que não seja. Mas aqui no Brasil foi proibido praticamente falar de tratamento precoce”, disse o presidente.

Apesar de comprovadamente ineficaz, o medicamento foi recomendado por
Bolsonaro ao longo da pandemia. Na fala aos médicos, o presidente também
argumentou que há muita gente “ressabiada” com a vacina contra covid e defendeu a liberdade sobre a decisão de se vacinar.

“Eu não me vacinei, entendo que isso é liberdade, é democracia, é um direito meu e estou vivo até hoje”, observou.

Os imunizantes foram responsáveis por controlar a pandemia no mundo, reduzindo drasticamente o número de mortes e casos graves da doença.

Sobre a CPI, além de rebater as acusações sobre demora para compra de vacinas e outros apontamentos da comissão, o presidente criticou senadores que estavam na linha de frente das investigações.

Em um dos momentos em que foi mais aplaudido pelos médicos convidados do CFM, Bolsonaro chamou Renan Calheiros (MDB-AL) de “honestíssimo”, em tom de ironia, e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi classificado como “especialista em medicina intergaláctica” e “fala fina”.

Ao anunciar a reunião, o CFM informou que os participantes tratariam de “temas relacionados à assistência médica e hospitalar no Brasil para a melhoria das condições do atendimento da população do País, em especial da parcela que depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS)”. O tema, porém, não foi citado por Bolsonaro em sua fala.

O presidente estava acompanhado do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e foi recepcionado pelo presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo. Segundo a autarquia, participaram do encontro representantes dos conselhos regionais de medicina (CRMs) e de outras entidades nacionais da categoria.

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