Segunda-feira, 22 de julho de 2024

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Voltar Boletim traz dados da incidência de hepatites virais e leptospirose em Porto Alegre

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou nesta quinta-feira (28), o boletim 88, que trouxe dados epidemiológicos da incidência de hepatites virais e leptospirose em moradores de Porto Alegre. O documento foi elaborado pela Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis da Diretoria de Vigilância em Saúde.

A primeira parte mostra a análise de uma série histórica dos últimos cinco anos (2018 a 2022) das hepatites virais. Foram 7.601 casos confirmados registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Desses, 314 (4,1%) são de hepatite A, 1.355 (17,6%) de hepatite B e 5.932 de hepatite C (78%).

Porto Alegre ocupa o primeiro lugar entre as capitais do país com a maior taxa de detecção da hepatite C. Ainda que tenha ocorrido um decréscimo de 53% na taxa de detecção entre os anos de 2018 e 2022, a cidade permanece ocupando o primeiro lugar entre as capitais do Brasil com mais casos novos por ano, apresentando uma taxa sete vezes maior que a média nacional.

As hepatites virais são doenças de notificação compulsória, o que torna obrigatório o preenchimento da ficha de notificação e investigação desse agravo. “Para elaborar um plano efetivo de eliminação das hepatites virais, a vigilância epidemiológica desempenha um papel crucial, pois os dados epidemiológicos fundamentam este planejamento”, afirma a chefe da Unidade de Vigilância Epidemiológica, Aline Vieira Medeiros.

Na segunda parte, o documento traz também um perfil epidemiológico dos casos notificados e confirmados de leptospirose em 2023, além da série histórica de 2010 a 2023. Porto Alegre teve 355 casos suspeitos de leptospirose neste ano, dos quais 74 casos foram confirmados.

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